Eu já tinha ouvido falar algo a respeito, mas um ppt (sim, os famosos ppts no email da empresa) me fez pensar sobre essa possível solução.
E a história começou há 25 anos, quando Antonio Pedro Dariva, vulgo Professor Pardal, teve a fodástica idéia de substituir a pressão causada pela fusão, pela pressão do ar comprimido.
Depois de cálculos, cálculos, protótipos, testes, cálculos, testes, … enfim!
O Professor chegou ao modelo atual, apresentado na Feira Internacional de Econegócios desse ano.

O DMEC tem um princípio simples:
O motor recolhe o ar do ambiente e comprime a 400º graus celsius. Com o calor o ar se expande e forma a pressão (que nos motores convencionais é obtida pela queima de combustível) necessária para mver os pistões da caixa do motor. Depois do processo o ar resfria e é jogado novamente no ambiente com uma temperatura de 10 graus celsius negativos.
Como o ar expelido é mais frio que o ambiente, ele pode ser utilizado como refrigeração do carro e até no ar condicionado. Isso ajuda a proteger a camada de ozônio. Além disso, o motor capta ar quente e poluído e devolve ar frio e filtrado para a atmosfera.

Além de não usar nenhum combustível poluente, o óleo do motor pode durar até 4 anos, pelo simples fato de não ter contato com as sujeiras e solventes, diga-se de passagem dos combustíveis atuais.
Mas acalmem-se, o motor ainda não está 100% eficiente. Explico: O cilindro que armazena o ar perde a pressão depois de aproximadamente 350 Km, e precisa ser calibrado.

Agora o Professor, dono da patente PI0103594-0, contará com investimentos externos em sua empresa, para que seja possível a produção em série do DMEC.
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Fotos e inspiração literária retiradas do tal do ppt, no email da empresa.
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Update, por Flávio, nos comentários :
Já existe uma tentativa de comercialização deste tipo de tecnologia, com protótipos em teste.
http://www.motormdi.com/

9 Comentários
November 22nd, 2007 @7:44 am
É vamos ver se é interessante para os governos esta solução.
Eu infelizmente acredito que não.
Ótimo posta Samantha, estes ppt’s heim.
November 22nd, 2007 @9:55 am
Já existe uma tentativa de comercialização deste tipo de tecnologia, com protótipos em teste.
http://www.motormdi.com/
November 24th, 2007 @1:14 pm
Guilherme,
Eu também espero que o governo incentive e finaicie essas iniciativas.

Pode até não ser interessante pro governo no ponto de vista economico, mas que é interessante para nós pobres mortais no ponto de vista gastar-menos-com-combustivel …ahhh isso vai!
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Flávio, obrigada pela dica!
O post está atualizado!
November 28th, 2007 @7:54 am
se o prof. ai quiser um carro d cobaia pra testar o motor, o meu ta disponivel…
December 4th, 2007 @2:50 pm
Olá, pessoal.
Como disse o Guilherme, infelizmente qualquer inovação nesta área será difícil de conduzir.
Afinal de contas, como ficará a Petrobrás se este motor funcionar mesmo? Como ficarão todos os interesses econômico e financeiro que o negócio petróleo gera?
E os problemas sociais que teremos nos países que dependem exclusivamente do petróleo?
Tá certo que até que o motor se torne um produto comercial deve demorar um pouco, mas acho difícil conseguir avançar muito rapidamente, mesmo com relação a investimentos.
Espero estar enganado.
April 11th, 2008 @11:42 am
Prezados.
Realmente qualquer governo não tera interesse em facilitar a vida da demec, porque em primeiro lugar a petroleo é praticamente estatal, segundo, a muitos interesses de terceiros mi e bi lionarios, que serão feridos. Ora se quiser-mos sim incentivar esta nova empresa e economizar, teremos que fazer isso acontecer, pois como sempre depender de governantes que defendem interesses de seus financiadores, e esperar a vida eterna do inferno.
abraços
April 27th, 2008 @9:44 pm
Também acho que muitos grupos poderosos não tem interesse em apoiar este tipo de projeto. Mas deixo aqui meu apoio, pois acredito que temos que valorizar quem tem a criatividade para descobrir alternativas, e mais, a coragem de tentar viabilizar comercialmente.
Com persistência e determinação (e muita divulgação) chegará o momento em que este invento terá o apoio necessário.
Acredito que muitos empresários do ramo de autopeças tem as condições para ajudar a desenvolver e produzir as peças. Mais ainda, apoiariam este projeto.
Não desanimem, o planeta está precisando urgente de uma energia limpa.
Abraços.
September 3rd, 2009 @2:05 pm
Eu acredito muito na evolução dos motores a ar comprimido, creio que este será o motor correto na questão de poluição ambiental e do bolso do consumidor. Não percebo impecilios para que o projeto não vanha a ser melhorado e posto em pratica, pois a energia solar, eólica, etc vem sendo usada em larga escala em varios continentes do mundo sem problemas. Parabens.
September 10th, 2009 @12:23 am
Shs prof. Pardal.
Adorei seu projeto, e uma pena que eu com a minha fabrica não estou em condições de lhe ajudar, eu adoro desafios e só não o convido pq estou em dificuldades financeiras e sei muito bem o que vc deve estar passando, pois governo nenhum com certeza o ajudara, visto que o petróleo e estatal e muito, muito dinheiro esta envolvido nesta.
Por outro lado, um investimento proveniente com certeza tb não vira, pois vc tera que provar ao banco que não precisa, que e rico para conseguir recursos.
Pra finalizar, eu gostaria de saber melhor como funciona o ar comprimido que ao ser liberto ele atinge a 10 graus negativos, pq eu tenho um projeto muito barato e que sera uma revolução se eu consegui libertar gases nestas temperaturas para ser usado em choperias e lanchonetes sem u uso de CO2 ou nitrogênio.
Att.
Amarildo Garrido / Diretor
Varimac Indústria e Comércio Ltda.
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